PSD ORGANIZA BOICOTE À REUNIÃO DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA

Eram cerca das 22,30 horas, quando na passada noite, o Presidente da Assembleia de Freguesia de Alcântara deu por terminada a reunião da Assembleia , alegando falta de condições para que a mesma pudesse continuar a decorrer .  Os factos:
20131003_2134001. Esta reunião foi convocada por sugestão do Presidente da Mesa, depois do acordo dado por escrito no dia 26/9, por todas as bancadas : PS, PCP, PSD e BE;
2. Pela primeira vez em 4 anos, a Junta não garantiu a presença de um funcionário para apoio à reunião, montagem do equipamento de som e gravação. Apesar destas condições a reunião iniciou pouco depois das 21 horas;
3. A primeira pessoa a usar da palavra foi a Presidente da Junta, que usando vários argumentos  considerou ilegítima a realização desta reunião, tendo anunciado que iria abandonar a sala com os restante 2 representantes do PSD  no executivo;
4. Logo de seguida , Vitor Palmilha ( porta voz do PSD na AF)  anunciou que em solidariedade com a declaração da Presidente,   também os eleitos do PSD na AF  abandonariam a sala;
5. Considerou-se que havendo quórum, a reunião devia prosseguir;
6. O período antes da ordem do dia iniciou com as intervenções dos fregueses. A palavra foi dado às quatro pessoas que a solicitaram: Jorge Nuno de Sá que  acusou a Assembleia de estar a querer fazer um julgamento na praça publica, que iria pedir a abertura do processo e que a sua inocência iria ser provada. Logo a seguir usou da palavra José Manuel Marques que para além de ter trabalhado na Junta, foi dirigente sindical do STAL até há poucos meses, conhecendo bastante bem os processos da Junta e da divida do STAL, tendo durante vários minutos procurado falado sobre o mau  ambiente junto dos trabalhadores nos últimos 4 anos e reafirmando a decisão do STAL liquidar a divida que existe para com a Junta de Freguesia; De seguida usou da palavra o Sr Carlos 20131003_213852Carvalho, morador do Bairro do 73A da Calçada de Santo Amaro, onde informou que no próximo dia 8 de Outubro, pelas 9 horas, a CML iria fazer  demolições de 3 casas e pediu a atenção da futura Junta para o bairro e apoio para as pessoas que lá moram. Este morador fez ainda referências ao artigo publicado no  Correio da Manhã no passado dia 27/9, onde era relatado  o despacho de acusação.

Por ultimo,  usou  da palavra a D.Paula Ameano que começou por se identificar como uma “verdadeira independente”. Nas suas palavras percebeu-se  claramente que pretendia defender a imagem do Sr Jorge Nuno Sá e criar suspeições sobre o António Carichas, eleito da CDU, que não esteve presente na reunião;
7. Entrando-se na ordem de trabalhos o  Presidente da Assembleia, começou por explicar os motivos que no seu entender  justificavam uma tomada de posição de censura à Presidente da Junta, por esta não ter falado verdade, na reunião da Assembleia de 11 de setembro e por ter protelado por mais de 15 dias a informação  aos membros da  Assembleia,  sobre o despacho de acusação do Ministério Publico ao assessor da Presidente e numero dois na lista do PSD.
Vitor Sarmento acompanhou a pretensão do Presidente da AF . Já quanto á CDU,  não se entendeu muito bem,  pois  as palavras de José Godinho  foram em algumas questões,  diferentes das de Rui Silva, depois deste ter feito a declaração oficial da sua bancada.
Este ponto não foi concluído, pois por volta das 22,30 horas, o presidente da Assembleia deu por terminada a reunião, declarando   não estarem reunidas as condições para o seu normal funcionamento.

Durante  os cerca de 90 minutos de funcionamento  da  Assembleia,  foi audível e visível a perturbação  provocada por algumas pessoas afectas ao PSD. Mas também  por algumas pessoas a quem aparentemente terá sido prometido dinheiro para ajudas a pagamentos, nomeadamente  de rendas de casa  e que os vinham reclamar, com acusações tais,  que colocaram a nu  a manipulação de que foram alvo por parte do PSD .
Foram muitas  as ofensas verbais a alguns membros da Assembleia e também algumas ameaças físicas a pessoas que estavam na Assembleia.
Terminada a reunião e já na rua, as ameaças e as injurias continuaram, mas desta vez a membros  da Assembleia, entre os quais Vitor Sarmento.
O  PSD em Alcântara assume mais uma vez  o comportamento que vem tendo  de há uns meses a esta parte e que durante a campanha eleitoral  foi muito visível, nomeadamente: tentativas de intimidação, destruição de propaganda de outras forças politicas , lançamento de boatos com manipulação de informação, impressão de folhetos anónimos e ainda  manipulação de pessoas e entidades.

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BE Alcântara
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