CRECHE DO ALTO DE SANTO AMARO AMEAÇADA, PELO AUMENTO DA RENDA EM 10 VEZES MAIS!

015 - CópiaFoi noticia esta semana na imprensa o exemplo dado numa Conferência de Impresa pela Associação dos  Inquilinos Lisbonenses (AIL), de que a Creche/Jardim Infantil do Alto de Santo Amaro recebeu uma carta do senhorio para aumenar a renda cerca de 10 vezes mais. Ou seja, passar de 134 para 1200 euros por mês.
Esta referência motivou alguma imprensa a deslocar-se às instalações da Creche e poder então confirmar esta intenção do senhorio  pela voz de uma representante da instituição, que referiu as tremendas 021dificuldades que vivem neste período de  grave crise social e que este aumento de renda poderá colocar em risco o seu funcionamento.

Esta instituição de solidariedade social é um fundamental apoio às familias de Alcântara, em particular no serviço que presta com a  creche, desde que abriu portas no processo de intervenção popular que lhe deu origem em 1975, pela acção da então Comissão de Moradores do Alto de Santo Amaro. 
Provavelmente não será alheia esta intenção do senhorio ao facto do terreno onde se encontra a creche fazer  parte de um projecto urbanistico que envolve todo o quarteirão entre a Rua Jau e a Rua João de Barros, que há cerca de dois anos obrigou os proprietários a assumirem com a direcção da creche e a CML, que encontariam uma nova solução para a creche, garantindo desta forma a sua continuidade, que com esta aumento de renda poderá afinal ser colocada em causa….

É do dominio publico que uma das maiores carências socias da freguesia é precisamente a falta de vagas nas poucas creches em funcionamento. São também conhecidas as  longas filas de espera para entrarem nestas creches, que ainda em periodo de gravides,  levam muitos  casais a inscreverem o seu filho, para tentarem garantir o lugar após o nascimento.
Por todos estes motivos , o seu encerramente provocaria fortes danos socias.

Nessa medida, para além de estarmos também preocupados e atentos ao evoluir desta situação, não deixaremos de manifestar a nossa repulsa por esta Lei das Rendas aprovada pelo PSD e pelo CDS, que como se tem visto, atormenta  de forma cega os cidadãos particulares, os pequenos comerciantes, as instituições de solidariedade e as colectividades de cultura e recreio, com aumentos despropositados.
A única solução para por fim a este descalabro social é  a suspensão desta nova  Lei do Arrendamento Urbano e poder-se fazer uma Lei assente da racionalidade e no humanismo!

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BE Alcântara
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